Enrolando para começar alguns trabalhos da faculdade...entrei em minha pasta de músicas neste humilde computador e seus próximos dois gigas de conteúdo musical. Encontrei a discografia dos migrantes suecos e uruguaio do Satanic Surfers.
É incrível escutar algo que persiste em levar o mesmo ambiente em seus nove discos de estúdio. O último disco – Taste the Poison (2005) – consegue manter a originalidade da mistura do hardcore californiano que se encaixa em bandas da mesma nacionalidade, como Millencolin e No Fun at All.
O ritmo non-stop é mantido do começo ao fim sem espaços de tempo para aquela ofegante respiração entre o suor das músicas. Sem querer parecer velho – embora realmente não seja -, pude recordar dos tempos que conhecia os atalhos do Centro histórico de Jaú nas caminhadas noturnas da adolescência.
Que voltem à ativa. Enquanto isso, relembrem e reparem nas baquetas de Robert Samsonovitz:
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