A propaganda eleitoral gratuita, por Deus, acabou ontem. O saldo deste período indigesto para a maioria da população brasileira, não gera grandes expectativas rumo a um futuro melhor.
Fica complicado acreditar em melhoria quando um palhaço se candidata a uma vaga. É patético para não dizer desastroso. Nada contra a pessoa dele, mas é uma espécie de político ardiloso e não casa com o perfil de representação do eleitor, assim penso.
Pior que isso, é ser representado por uma fruta que fala com conotação sexual. Ao menos com o candidato palhaço eu ria, e infelizmente, ria da democracia, afinal ele tem o direito de estar ali. Agora com uma mulher que se configura como uma pêra, o sentimento era de indignação.
Não gosto de política, embora não gostar é tomar uma atitude política. Para ficar excluso desse meio, eu teria que ser um monge beneditino guardado pelo silêncio, embora isso também fosse uma política de vida.
Estes dois candidatos infelizmente é apenas uma pequena porção do grande número de pessoas que pleiteiam uma vaga importante, sem ter condições e capacidade para ocuparem tal vaga.
Uma pergunta precisa ser feita. Qual o interesse dessas pessoas?
Eu não tenho o direito de acusar sem provas, e não farei menção alguma de forma negativa sobre nenhum candidato, mas que incomoda, ah, incomoda e muito.
O que cabe, é acreditar que aos poucos, de forma lenta, como que em passos de formiga as pessoas possam se conscientizar sobre tais candidatos. Cabe também que os futuros candidatos também se conscientizem, e de fato queiram representar os legítimos interesse da sociedade tupiniquim*.

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